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SEEB/BRASÍLIA

Greve cresce no BRB em reação à inércia do banco e proposta insuficiente da Fenaban

30 de Setembro de 2016 às 16:26


A greve dos bancários segue forte e em plena expansão nesta sexta-feira (30), quando completa 25 dias. Esta é a resposta dos bancários em todo país frente à decisão da Fenaban de suspender unilateralmente a mesa de negociação, depois da proposta de reajuste de 7% para este ano, que representa perda salarial de 2,39%, e de 0,5% de ganho real para 2017.

Superando o período de paralisação do ano passado, de 21 dias, a greve também avança por diversas unidades bancárias dos bancos públicos e privados do Distrito Federal, a exemplo do fechamento, na manhã deste dia, da agência SIA do BRB, além de todas as unidades do complexo do banco: Gecor, Celog, Ceser, Cesec, Cecad, Ceteg e Cerac.

“Os bancários não irão aceitar nenhum tipo de perda e vão lutar para garantir aumento real, pois trabalham para um dos setores que mais lucram no Brasil. Os lucros não caem mesmo quando a economia está em crise”, destaca a diretora da Fetec-CUT/CN, Cida Sousa.

Na quinta (29), quando a Fenaban se retirou da mesa, a paralisação bateu recorde histórico nas bases sindicais da Fetec-CUT/CN, com 1.907 agências fechadas. No Brasil, segundo a Contraf-CUT, 13.246 agências e 29 centros administrativos paralisaram suas atividades.

Rosane Alves
Do Seeb Brasília

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