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Brasília - A diretoria do BRB está escancarando sua real face. Diante da mobilização dos funcionários, organizados pelo Sindicato dos Bancários de Brasília, que, após a bem-sucedida paralisação de duas horas do último dia 27 de maio e com paralisação de 24 horas a ocorrer nesta segunda-feira (8), resolveu tirar a máscara de bom mocismo.
Nesta sexta feira (5), ao invés de apresentar uma proposta de pagamento imediato da PLR devida, está pressionando os funcionários através dos gerentes a não aderirem à paralisação de segunda, inclusive com orientação de realização de reunião com elaboração de ata e assinatura de todos os presentes.
Não bastasse isso, nos últimos dias o banco descomissionou e rebaixou funcionários da TI. Tem também pressionado trabalhadores com ações de 7ª e 8ª horas a renunciarem à ação para evitarem perda de função comissionada.
Não se sabe se isso é uma orientação de Rollemberg ou se é iniciativa da própria diretoria. O fato é que o banco, ao invés de dialogar seriamente com os funcionários, buscando soluções para a situação de dificuldade por que passa, prefere o confronto, em uma atitude descabida de aterrorizar para tentar vencer pelo medo. Atitudes de pequenos e covardes.
O Sindicato solicita a todos os gestores que ignorem este tipo de ameaça e cumpram seu papel com hombridade e respeito ao conjunto dos trabalhadores. Nada de se dobrar perante a imprudência de uma diretoria que não diz a que veio, que não tem projeto para o banco e, a exemplo do próprio governador, tenta justificar sua inação jogando a responsabilidade na gestão passada.
- A Constituição e a Lei de Greve garantem o direito à greve.
- Denuncie ao Sindicato o assédio moral e a coação do banco para furar a greve.
- Desligue ou “perca” seu celular.
- Se você for convidado para trabalhar durante a paralisação, não aceite. É contra a lei de greve. Grave o registro da mensagem de celular, com hora e data e encaminhe ao Sindicato.
- Trabalhar em casa durante a greve, além de desrespeitar e enfraquecer a luta dos seus colegas, pode trazer problemas jurídicos, uma vez que isso não está previsto no contrato de trabalho.
- O banco vai tentar confundir a categoria com informações inverídicas. Acredite apenas nas informações divulgadas pelo Sindicato.
- Convença os colegas bancários sobre a importância da greve e da unidade da categoria.
- Informe os clientes dos motivos da greve, da exploração e desrespeito do banco com clientes e população. Procure ajudar a clientela.
- Tenha sempre em mãos o telefone do Sindicato: 3262-9090 (Central de Atendimento).
Fonte: SEEB-Brasília - Da Redação


