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3 de Outubro de 2014 às 16:13

03/10/2014 - 84 agências estão fechadas no 4º dia de greve em Campo Grande e interior


Campo Grande MS - Hoje(03) completa o quarto dia de greve dos bancários e em Campo Grande-MS e no interior 84 agências fecharam as portas.

 

Dentre elas:

 

Caixa Econômica Federal:

20 agências em Campo Grande e 04 no interior (Aquidauana, Anastácio, Anastácio, Jardim e Sidrolândia)

 

Banco do Brasil:

19 agências em Campo Grande e 02 no interior (Jardim e Sidrolândia)

 

HSBC:  

07 agências em Campo Grande e 03 no interior (Aquidauana, Jardim e Sidrolândia)

 

BRADESCO:  

08 agências em Campo Grande e 03 no interior (Aquidauana, Jardim e Sidrolândia)

 

ITAÚ:

07 agências em Campo Grande e 01 no interior (Aquidauana)

 

SANTANDER:

09 agências em Campo Grande

 

SAFRA:

01 agência em Campo Grande

 

Com a força da greve, a Fenaban enviou ofício à Contraf-CUT hoje (03 de outubro), , chamando uma nova rodada de negociação com o Comado Nacional dos Bancários para hoje às 17h, em São Paulo, no hotel Macksoud Plaza. O Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e o BNB também chamaram novas rodadas de negociações das reivindicações específicas para esta sexta-feira, às 18h.

 

“A greve está fortificando a cada dia de paralisação, onde os bancários estão unidos para  que a Fenaban apresente hoje uma proposta que possa ser aceita pelos bancários. o grande número de agências bancárias fechadas em todo o país mostra o descontentamento da categoria com os banqueiros, que se negam a dividir parte dos gordos lucros obtidos neste ano”, enfatiza  a Secretária de Imprensa do Sindicato dos Bancários de Campo Grande-MS e Região, Neide Maria Rodrigues.

 

Negociação

 

Os bancários querem reajuste de 12,5% nos salários, piso salarial de R$ 2.979,25 e aumento maior para os vales refeição, alimentação e auxílio-creche/babá; que estão entre os 20 itens da reivindicação. Na última reunião com os sindicalistas, no sábado (28), a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) propôs aumentar de 7% para 7,35% o reajuste salarial. Sindicalistas de todas as regiões do país negaram a proposta.

 

A categoria cobra ainda o fim das dispensas sem motivo, da cobrança por metas, ampliação dos itens do projeto piloto de segurança para todo o Brasil e igualdade de oportunidades na ascensão profissional.

 

Fonte: SEEB/Campo Grande 


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