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6 de Dezembro de 2017 às 09:06

Bancários fortalecem Dia Nacional de Luta contra a Reforma da Previdência no Pará


Belém PA - A categoria bancária do Pará está em estado de greve, conforme deliberação da assembleia dessa segunda-feira (4), e em luta permanente contra o fim da aposentadoria proposta pela reforma da previdência do governo golpista de Michel Temer (PMDB/PSDB).

Por isso, nessa terça-feira (5) o Sindicato dos Bancários se fez presente no Dia Nacional de Luta contra a retirada de direitos da classe trabalhadora, nas mobilizações realizadas em Belém e em Marabá.

Em Belém, o ato público convocado pela CUT e demais centrais sindicais, além das Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, teve concentração na Praça da República e seguiu em passeata até à sede da Previdência Social, no bairro de Nazaré.

Em Marabá houve uma aula pública promovida pelo Fórum em Defesa da Previdência e dos Direitos dos Trabalhadores sobre o mito do rombo na previdência e a dívida de grandes empresas que devem para o INSS, sobretudo os bancos.

Somando as dívidas de Bradesco, Itaú, Banco do Brasil e Caixa, o rombo provocado na previdência pública chega à casa de R$ 1,3 bilhões. Em contra partida, o lucro dessas empresas é da ordem de R$ 29 bilhões. Os dados são do Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo Federal e do Tribunal de Contas da União (Sindilegis), que organiza a campanha A Previdência é Nossa – pelo direito de se aposentar (http://aprevidenciaenossa.com.br/).

“O que o governo golpista de Temer quer é empurrar para a classe trabalhadora a conta das dívidas dos bancos e de outras grandes empresas com previdência, porque os bancos fazem parte dos patrocinadores do golpe contra o governo Dilma. É por isso que eles querem retirar a nossa aposentadoria. Eles querem que o povo morra trabalhando e não se aposente. Essa é a lógica dessas antirreformas trabalhista e previdenciária, mas nós seguiremos na luta contra a retirada dos nossos direitos e estaremos mobilizando a sociedade para mais uma greve geral, tão logo tenha a orientação das centrais sindicais”, afirma o presidente do Sindicato dos Bancários do Pará, Gilmar Santos.

 
Fonte: Bancários Pará


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