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19 de Novembro de 2020 às 09:54

Pandemia e Segurança em pauta com o Banco da Amazônia


O monitoramento da pandemia do novo coronavírus foi tema da última mesa permanente do dia 28/10 entre as entidades sindicais e o Banco da Amazônia e foi retomado na mesa desta terça-feira 17/11.

O banco apresentou às entidades os números de infectados pela Covid-19 na instituição e informou que no último final de semana foi realizado a sanitização do prédio da Matriz, em Belém.

Informou também que o número de bancários e bancárias em trabalho presencial na Matriz está baixo, com média de 35% do seu quadro de pessoal. A maioria dos empregados trabalham em home office.

Além disso, o banco disse que tem garantido o atendimento médico do trabalho com visitas periódicas na Matriz, Agências e Central, da área metropolitana de Belém.

Grupo de Risco

Questionado sobre os protocolos direcionados ao grupo de risco, o Banco da Amazônia informou que acompanha a evolução dos números de contaminação pelo novo coronavírus que são divulgados e que estuda a possibilidade de ampliar o período de permanência dos empregados desse grupo em trabalho não presencial.

“Sobre essa questão de ampliar o tempo de afastamento do grupo de risco do trabalho presencial, ressaltamos a importância de o Banco da Amazônia informar sua posição o quanto antes, pois a situação é preocupante e os empregados do grupo de risco se sentem inseguros de retornar ao trabalho presencial”, destaca o coordenador da comissão de empregados do Banco da Amazônia, Sérgio Trindade.

“O banco ficou de nos dar uma posição até o dia 27 de novembro. Esperamos que a preservação da saúde e da vida dos empregados prevaleça na decisão do Banco da Amazônia de manter o grupo de risco afastado do trabalho presencial enquanto durar a pandemia da Covid-19”, destaca a presidenta do Sindicato dos Bancários do Pará, Tatiana Oliveira.

Segurança Bancária

O debate sobre esse tema ocorreu com a comissão de segurança das entidades sindicais e os representantes da área de segurança do banco. A reunião iniciou com o resgate do que já foi acumulado de debates anteriores, inclusive com a apresentação de pontos como porta giratória e transporte de numerários. Outros pontos serão apresentados pelas entidades para debates em uma agenda específica a ser definida.

“Nosso maior patrimônio é a vida, seja de bancários, funcionários, terceirizados, clientes e usuários dos bancos. Esse é nosso foco nas reuniões de segurança com os bancos. Portanto, é fundamental a manutenção desse canal de diálogo sobre segurança bancária com o Banco da Amazônia e demais instituições financeiras, pois assim podemos acompanhar melhor a atuação dos bancos nessa área e apresentar propostas viáveis e necessárias para a proteção da categoria e de toda a população que utiliza os serviços bancários”, conclui o diretor do Sindicato e membro do comitê nacional de segurança bancária da Contraf-CUT, Sandro Mattos.

Os trabalhadores foram representados na reunião pela presidenta do Sindicato dos Bancários do Pará Tatiana Oliveira; pelo diretor do Sindicato e coordenador da CEE/Banco da Amazônia Sérgio Trindade; pelos dirigentes sindicais Ronaldo Fernandes (Fetec-CUT/CN), Sandro Mattos (Contraf-CUT), Luiz Otávio Pereira; pela diretora do Sindicato, Suzana Gaia; pelo direto do Sindicato dos Bancários de Rondônia, Ricardo Victor da Silva e pelo assessor jurídico do Sindicato dos Bancários do Pará, Luiz Fernando Galiza.

O Banco da Amazônia foi representado por Francisco Moura, Bruna Paraense, Marcus Reis, Luiz Sérgio Mácula e Simone Reis.


Fonte: Bancários PA


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